O trabalho representa a base de sustentação econômica própria e da família, constituindo-se como um importante componente da vida. Na maioria dos casos, absorve grande parte do tempo, impondo rotinas e consumindo uma considerável parcela da energia das pessoas.
Surgem alguns pensamentos, entre eles o de que não é possível levar os filhos à escola, ao clube, às consultas médicas, ao dentista, acompanhar seus estudos diários, “pois é necessário prover o sustento da família e proporcionar-lhes um maior conforto material”.
Aliás, parece que não é preciso nada mais para os filhos: estudam em escolas particulares, têm computadores, smartphones e tudo de última geração. E, para manter tudo isso, só mesmo trabalhando bastante!
Era assim que eu vivia.
Venho, porém, conseguindo mudar essa situação pouco a pouco desde que fiz a opção por iniciar meus estudos logosóficos, especialmente quando me deparei com este ensinamento:
A vida não deve ser colocada dentro dos problemas, mas os problemas dentro da vida.
Busquei aplicar esse ensinamento à minha situação: a vida não deveria ser colocada dentro do “trabalho”, mas o “trabalho” é que deveria ser colocado dentro da minha vida.
Como resultado, fui percebendo que, de vez em quando, poderia abrir mão de alguns compromissos profissionais para dedicar-me a outros aspectos essenciais da minha vida, como a família, os amigos, o lazer, a prática de esportes ou qualquer atividade.
Com a Logosofia, estou conquistando uma elevação na minha conduta: substituindo a reação pela ação, a suscetibilidade pela reflexão, além de exercer a função de pensar. Com isso, tenho afastado a atuação de pensamentos negativos que interferiam nas minhas atitudes, gerando trabalho desnecessário e desperdício de tempo.