A concepção do bem contrapõe à face universal do mal seu poder construtivo e reconfortante. A beleza inefável do primeiro triunfa em definitivo contra os artifícios do último.
A Logosofia ensina a pensar no bem e a senti-lo em toda a sua força. Quem empenha seus esforços e energias na louvável empresa do próprio aperfeiçoamento cumpre, de fato, esse requisito.
Ser bom, mas não tolo, eis aí a questão.
O bem que façamos ao semelhante deve ser espontâneo, nunca obrigado, nem sequer pelas circunstâncias.
Isso quer dizer que nossa bondade terá de estar subordinada, unicamente, ao nosso livre-arbítrio e sentir.
Fonte: PECOTCHE, Carlos Bernardo González (RAUMSOL). Exegese Logósofica, p. 29