Na Fundação Logosófica, tenho estudado temas relacionados à vida, ao ser humano, a Deus, ao Universo e a outros grandes conceitos, aprendendo também a cultivar valores internos que me permitem ser uma pessoa melhor e mais feliz.
Observo que o mundo tem vivido muitos conflitos e que, cada vez mais, eles ganham proporções sérias e desafiadoras.
Mas, diante de tudo isso, uma pergunta surge: e eu, o que posso fazer para ajudar o mundo e a humanidade?
Certo dia, fui ao supermercado e vivi uma experiência que me causou certo incômodo interno.
Cheguei ao caixa para pagar as compras quando o senhor que estava na fila à minha frente percebeu que estava sem a chave do carro. Ele conferiu os bolsos, mas não encontrou o objeto, demonstrando em sua fisionomia certa desorientação e desespero.
Ao observar a situação, tentei ajudá-lo, conversando com ele para que tentasse se lembrar onde poderia ter deixado a chave do carro. Mas, como estava muito inquieto, ele não me deu atenção.
Ao se afastar do caixa, a atendente fez um comentário:
— Como ele perdeu a chave? Por que não prestou mais atenção?
Notei que ela, em nenhum momento, tentou ajudá-lo, nem procurou saber com os colegas de trabalho se alguém havia encontrado a chave perdida.
O senhor caminhou pelo supermercado até encontrar o que havia perdido. Depois, retornou ao caixa e comunicou à moça, que esboçou um sorriso, mas manteve um olhar de descaso.
O que faltou àquela moça para que atuasse diferente naquela situação? O que faz falta no mundo?
O autor da Logosofia ensina que a bondade é o que mais falta.
Eu não poderei resolver todos os problemas do mundo, mas posso e devo começar por aquilo que está ao meu alcance: praticar pequenas porções de bem em cada oportunidade que a vida me oferece diariamente.
E você, tem aproveitado as experiências diárias para cultivar a bondade e fazer o bem aos demais?