E são muitas as coisas que se ignora, a começar por aquilo que é, verdadeiramente, o ser humano. Como surgiu na Terra? Qual será seu futuro? Como é seu espírito? Quem é Deus? Como Ele se manifesta à nossa inteligência? Como nos aproximar Dele?… São muitas as perguntas que nos inquietam a mente e a sensibilidade desde sempre e que González Pecotche veio elucidar.
A primeira vez que li um livro desse autor, confesso que entendi muito pouco, mas ele fez surgir muitas dessas perguntas que estavam adormecidas em meu interno. Depois, comecei a entender e, à medida que lia e penetrava mais em seu conteúdo, aquilo que ele me revelava ia fazendo mais sentido.
Uma afirmação sua me chamou muito a atenção: a de que não é preciso acreditar no que ele próprio diz. Pecotche não buscava que acreditassem nele. Pelo contrário, advertia as pessoas a confirmarem por si próprias o que ele ensinava. Só isso já é uma forte credencial da seriedade e da segurança do conhecimento que ele veio nos desvendar.
A lógica de suas afirmações está em seu legado de sabedoria. Um exemplo é o trecho: “a vida não deve ser colocada dentro dos problemas, e sim os problemas dentro da vida!”. Adotar essa postura frente à vida faz toda a diferença na forma de lidar com os fatos e situações normais do viver. Agigantar a mente, serená-la, torná-la uma fortaleza inexpugnável, é algo que ele ensina a fazer e que tenho comprovado inúmeras vezes ao resolver com êxito meus problemas.
Mas isso é apenas um fragmento do enorme manancial de conhecimentos que González Pecotche nos legou. As grandes revelações estão no campo do mundo mental, do mundo metafísico, da realidade do espírito, da configuração da inteligência e do nosso sistema mental, das energias internas, e, muito especialmente, da autonomia dos pensamentos como entidades com vida própria, responsáveis por nossas ações, que podemos dominar e até criar, tornando-nos donos de nossa própria vontade.
González Pecotche me ensinou que em tudo que nos rodeia há uma beleza oculta, que nem todos, por conta própria, conseguem enxergar. São mistérios que, quando revelados, dão sentido à vida, nos conectam com a maravilhosa Criação Universal e tornam a existência cheia de encantos, mesmo em meio às lutas e aos momentos difíceis.
Quando perdi minha irmã, ainda jovem, passei por um grande momento de incompreensão. Um acidente interrompeu sua trajetória, que até então era cheia de realizações e de perspectivas. Tinha se formado na faculdade, encaminhado sua vida profissional e sentimental. Além de ser portadora de beleza física, simpatia e alegria, suas qualidades faziam com que atraísse muitos amigos. Não à toa, sua perda foi sentida e lamentada por longo tempo.
É natural experimentar incompreensão
Sei que é natural surgir essa incompreensão ao passar por grandes perdas. Nunca deixarei de sentir sua falta e recordá-la com emoção. A vida é um trecho da existência, e tudo nela é útil para a evolução individual e para a herança de si mesmo, ainda que em um breve período de vida, se este tiver sido bem aproveitado, como foi o dela. Por ter essa convicção, recordá-la tornou-se um conhecimento, fazendo dessa recordação uma doce lembrança.
Qualquer um pode ver, ainda que nem todos consigam enxergar, a beleza e a inteligência presentes nos processos da natureza. Tudo se coordena maravilhosamente e, além de contemplar essa beleza, podemos aprender com ela a viver, a ser felizes e a dar sentido à existência.
Uma das grandes revelações da Logosofia foi o conhecimento das Leis Universais que são, em síntese, a Vontade de Deus manifesta nos processos da Criação e em nossa vida como seres humanos.
Quem lê os artigos e depoimentos deste site*, percebe o quanto o conhecimento logosófico muda a vida para melhor. Passamos a ter mais valentia para enfrentar as lutas diárias, a tornar a vida mais leve, a encontrar a paz interior, a conviver melhor com o semelhante, a experimentar felicidade em coisas simples, até mesmo a aprender a criá-la dentro de nós, e muito mais…
Nada disso é uma utopia, mas sim conquistas reais. Nas mudanças que experimentei em meu estado interno, modalidade e caráter, eu mesma comprovei que “pau que nasce torto…” pode endireitar.
“Quem quiser chegar a ser o que não é, deverá principiar por não ser o que é.”
Todas as revelações que González Pecotche trouxe são para o bem da humanidade, para a superação e felicidade do gênero humano. Adquirir e experimentar esses conhecimentos é uma oportunidade que todos temos de aproveitar para nos beneficiar, ter uma vida mais plena e dar sentido à existência.