Caótico, conturbado e confuso.
Estes são alguns dos adjetivos utilizados por muitas pessoas para definir o tempo em que vivemos, marcado por grande desorientação em diversos aspectos, especialmente no que se refere à infância e à juventude. Os desafios são numerosos e podem ser observados diariamente à nossa volta: o avanço extraordinário da tecnologia tem favorecido o uso cada vez mais intenso das redes sociais; as demandas da vida moderna e a crescente pressão pelo consumismo fazem parte desse cenário. Tudo isso torna pais, crianças e adolescentes alvos de um bombardeio diário promovido por um marketing cada vez mais sofisticado.
Apesar do avanço da civilização nos mais diversos campos do conhecimento humano, vivemos tempos realmente contraditórios. Não faltam teorias e caminhos que se apresentam como uma luz capaz de iluminar o nebuloso e, por vezes, sombrio panorama que se descortina diante de nós. Infelizmente, a realidade mostra que os caminhos até então apontados não têm apresentado resultados concretos para a transformação desse cenário.
Há milênios, a humanidade vive sob a influência de duas forças que impactam a vida dos seres humanos: o bem e o mal. Por outro lado, se fizermos uma viagem no tempo, poderemos constatar o extraordinário avanço das conquistas no campo material, desde os primeiros inventos voltados à sobrevivência do ser humano e à sua adaptação ao meio ambiente, passando pela revolução tecnológica, até chegarmos aos tempos atuais.
Não podemos perder de vista que tudo, absolutamente tudo, o que a humanidade conquistou ao longo de sua trajetória, em todos os campos, somente foi possível por meio do conhecimento. Afinal, a solução dos problemas, dos mais simples aos mais complexos, depende do saber que o ser humano desenvolve ao buscar transformar a realidade.
Por outro lado, como explicar que, apesar de tão extraordinário avanço, ainda observamos tantos conflitos entre as pessoas pelos motivos mais fúteis? Um simples acidente de trânsito, por exemplo, pode terminar em uma tragédia.
Acrescente-se ainda as lutas entre povos e nações, sob as mais diversas justificativas. Enfim, vivemos tempos realmente desafiadores para pais e educadores. Não é um grande paradoxo? Parece que, quanto mais se avança na ciência e na tecnologia, mais se afasta a ansiada paz entre os povos. A que se deve essa grande contradição? O que está faltando, principalmente na orientação da infância e da juventude? Haveria uma luz no fim do túnel?
Reiteramos que o homem avançou muito no campo material, em todos os aspectos, graças ao conhecimento, e não a teorias e crenças. Que natureza de conhecimento está faltando à humanidade? E onde adquirir conhecimentos que preencham essa lacuna humanística?
Criada pelo pensador e humanista Carlos Bernardo González Pecotche, a Logosofia, ciência da evolução consciente, é a “luz no fim do túnel”. Esta ciência deu origem à pedagogia logosófica, constituída por conhecimentos voltados à educação da infância e da juventude que não fazem parte dos currículos escolares conhecidos. A Logosofia apresenta conhecimentos de caráter original e um método próprio que permite sua aplicação prática à vida.
A Logosofia já está consolidada há décadas através da Fundação Logosófica, instituição presente em vários países, bem como nas escolas do Sistema Logosófico de Educação, no Brasil, na Argentina e no Uruguai, que realizam, sem alarde, um trabalho de reconstrução humana.
Vale a pena conhecer esta ciência original: uma bússola que aponta para o norte da verdadeira formação mental, moral e espiritual da infância e da juventude.