Recordo aquela jovem que chegou às portas da Fundação logosófica com muitas inquietudes e perguntas sem respostas…
Na infância, recebi uma educação espiritual que continha elementos com os quais eu não concordava: as imagens do céu, do inferno e de Deus. Conheci um Deus punitivo, cuja aproximação dependia de um intermediário – outra pessoa, e não eu. Esse quadro me deixava amedrontada. Seriam essas imagens verdadeiras? Seria este o caminho a ser seguido para conhecê-Lo e amá-Lo?
Na adolescência e juventude, comecei a sentir que a vida não poderia, nem deveria, restringir-se às conquistas materiais ou profissionais. Queria ser melhor. Queria conduzir minha vida por um caminho mais seguro e ser útil à humanidade. Mas como fazê-lo? Que caminho deveria seguir?
Impulsionada por esse querer profundo, comecei a ler diversos livros sobre os mais variados temas: filosofia, psicologia, mitologia, algumas religiões e doutrinas.
Mas sentia, internamente, que faltava algo. Continuava a ter muitas perguntas sem respostas: Quem sou eu? O que vim fazer na Terra? Qual o verdadeiro objetivo da minha vida? Eu não havia encontrado respostas para essas e outras perguntas em nenhum dos livros que havia lido.
Desconhecia as possibilidades do ser humano e tudo aquilo que ele pode alcançar em benefício próprio e de toda a humanidade. Essa falta de conhecimento era o que me deixava, como jovem, desesperançosa em relação ao meu futuro.
Em 1998, uma colega de universidade me apresentou à Logosofia e ao seu autor, Carlos Bernardo González Pecotche.
Comecei a frequentar o curso gratuito de informação sobre Logosofia em uma das sedes da Fundação Logosófica. Nesse curso, fui conhecendo um pouco mais o autor da Logosofia por meio de seus ensinamentos, contidos nos livros logosóficos, e que hoje podem ser baixados gratuitamente na plataforma www.logosofia.org.br.
Ao ler esses livros, senti uma alegria interna nunca experimentada antes. Pensei: é este o caminho que devo seguir para conseguir responder às minhas perguntas e inquietudes! Era tudo o que procurava.
Desde que comecei a estudar Logosofia, tenho experimentado uma gradual e positiva transformação em minha vida. A cada dia, encontro nos ensinamentos logosóficos muito mais do que buscava inicialmente.
O primeiro conceito que me fez sentir gratidão ao autor da Logosofia foi a concepção logosófica de Deus.
Tenho aprendido que é possível vincular-me conscientemente ao Criador mediante o conhecimento de mim mesma e do meu espírito, elo que me une a Ele. Existe um caminho pelo qual o homem deve aprender a conhecer o Criador.
Esta descoberta mudou minha vida. Trouxe-me segurança e fé em mim mesma, libertando-me do temor causado pelas imagens que conheci na infância.
Quanta generosidade a do autor da Logosofia ao deixar como herança ensinamentos tão profundos e, ao mesmo tempo, tão práticos, que têm mudado minha vida e que podem transformar a vida de qualquer pessoa.
O sentimento que vem ao meu coração ao recordá-lo é de profunda gratidão por ter me guiado pelo caminho da evolução consciente e por apresentar uma nova rota para mim e para toda a humanidade!
