Na semana passada, convidei um neto de seis anos para ir comigo a uma loja de produtos agropecuários comprar alguns pintinhos que levaríamos para o sitio. Logo na entrada da loja, havia um viveiro enorme, semelhante a uma grande gaiola, repleto de pintinhos de muitas cores. Meu neto nunca havia estado em uma loja desse tipo e, encantado com aquela novidade, começou logo a andar de um lado para outro, descobrindo a enorme quantidade e variedade de animais que havia naquele lugar.
Entre pássaros, peixes, hamsters, cachorros, gatos e muitos outros animais, passamos cerca de quarenta minutos entretidos.
Ele quis saber como se podia distinguir um pintinho macho de uma fêmea, pergunta que nem eu nem o vendedor que nos atendia soubemos responder. Decidimos perguntar ao caseiro quando chegássemos no sítio. Saímos da loja felizes, e meu neto me disse que, todas as vezes que eu fosse àquela loja, ele gostaria de ir comigo.
Com ajuda de González Pecotche, estou aprendendo a encontrá-la nas pequenas porções de bem que a vida me oferece diariamente e que despertam em mim uma gratidão cada vez maior por tudo que recebo.
