Todos, e em todas as partes do mundo, têm essa aspiração, o que deixa bem claro que cada pessoa sente a necessidade de superar a si mesma em suas atuações habituais. Mas querer ser alguém não é o que comumente se crê. No mundo corrente, de modo geral, o homem aspira a isso com propósitos mesquinhos e egoístas, seja para provocar inveja, admiração, seja para ser levado em conta obrigatoriamente pelos que o consideram como alguém, reservando para si o direito de atender ou não aos requerimentos dos que, segundo ele, não são nada. Quase sempre se começa buscando ser alguém nos diversos campos da atividade humana: ou nas profissões, na ciência, na arte, na política, no comércio, na indústria, ou em quaisquer das formas em que o homem possa se revestir de alguma autoridade ante os demais. Pode-se dizer que é esta uma aspiração unânime, sem exceção. Pensando em ser alguém, estuda-se, trabalha-se ou se procura com esmero melhorar as condições pessoais.
O afeto pode prevalecer sobre as reações e deficiências do ser humano.
Thaiza relata, em uma situação vivida com os filhos, como utilizou os conhecimentos sobre a sua realidade mental para cultivar e preservar o sentimento tão nobre, que é o amor de mãe.
Quem tem um animal de estimação sabe o sentimento que cultivamos nessa relação. O que minha condição de humano me permite experimentar?
Sobre o medo de permitir-se ser feliz quando há pessoas queridas em sofrimento.
A felicidade que vem de dentro, como se sentir mais feliz observando as pequenas conquistas do nosso dia?
Marinelva Machado conta sobre os laços de afeto entre professor-aluno, vínculo de amizade que permanece muitas vezes por toda a vida.
A Logosofia conta com duas forças construtivas, que favorecem a assimilação do estudo e o ato de ajudar os demais: o afeto e o conhecimento. Neste artigo, Zelinda Lucca detalha a combinação dessas forças na sua perspectiva como investigadora da Ciência Logosófica. Confira!
O que fazer com a vida vivida? Esquecê-la? Deixá-la presa ao passado como algo inservível? Apagá-lo da recordação? Veja como Maria Helena encontrou na Logosofia a chave para atribuir importância e significado ao vivido, experimentando a alegria de revivê-lo.
Neste vídeo a autora, Jaqueline Miotto Zolet, relata como a aplicação dos ensinamentos logosóficos, como o cultivo afeto, são importantes para uma convivência familiar mais harmônica e feliz.
José Malcher e Karla Drummond contam o que têm vivido, em suas respectivas realidades, com o conhecimento Logosófico na rica experiência do casamento e da família.
Em pleno século XXI, a ideia de casar e ter filhos soa como uma ameaça ao sucesso. Dividir o tempo com outras pessoas, mudar prioridades, ganhar novas responsabilidades, negar uma proposta de trabalho, adiar o doutorado, viajar menos, gastar mais... E... parece que construir família não se encaixa na fórmula do sucesso. Ainda assim, eu declaro: quero ter casa, marido, filhos - o pacote completo!
Sendo o amor uma força e um poder, nenhuma circunstância poderia ser mais oportuna, para ensaiar sua virtude, do que a de empregá-lo na consagração definitiva de um lar que possa ser exemplo de lar.
O momento atual de ameaça de morte fez com que Sônia refletisse sobre como tratamos as pessoas que perdemos. Qual o valor de recordá-los após sua morte? No artigo, ela conta o que viveu quando perdeu sua mãe, e as especiais compreensões que tem extraído dessas reflexões.
Neste relato, Jarbas Mattos nos traz uma visão mais ampla do sentimento de amizade.
Sendo o amor uma força e um poder, nenhuma circunstância poderia ser mais oportuna para experimentar sua virtude do que a de cultivá-lo na consagração definitiva de um lar que possa ser exemplo para outros lares.
Ninguém poderia dizer que esse sentimento da alma materna contém a menor parcela de caráter religioso; é o culto místico ao sangue, ao prolongamento da própria existência na extensão do tipo psicológico e moral que cada um traz consigo, alcançado em sua luta evolutiva.
Rafaela Gregório, mãe de três filhos, nos mostra quais são suas técnicas para fazer com que seus filhos obedeçam às suas recomendações sem utilizar o castigo como ferramenta. Apresenta, também, quais são os efeitos positivos desta forma de educar para a vida da criança.
Por que ficar feliz com a felicidade do próximo? De quem é a responsabilidade de fazer as próximas gerações mais felizes? Neste artigo, a professora Renata Chagas traz um experimento que fez em sala de aula sobre a preparação de um futuro mais feliz pras próximas gerações.
Ana Carolina nos conta como descobriu como completar a si mesma e ao mesmo tempo conviver melhor com as pessoas que a rodeiam.
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