Recentemente, vivi uma experiência que, a meu ver, está diretamente relacionada à Lei de Herança. Fui à festa de casamento de uma prima e, como tenho feito há algum tempo, utilizei um recurso aprendido na ciência logosófica: preparo antecipadamente minha mente, buscando manter uma conduta coerente com um ser que deseja se aperfeiçoar continuamente.
Contudo, o que ocorreu?
Após consumir alguns drinks, percebi que minha vontade se enfraqueceu. Aos poucos, fui sendo influenciado pelo ambiente mental da comemoração e, sem perceber, acabei cedendo a atitudes e brincadeiras exageradas — distantes da postura que tinha me proposto a manter.
Qual foi o aprendizado dessa vivência?
E quem herdou o resultado daquele comportamento inadequado?
Fui eu mesmo. E a dor moral — mais profunda que qualquer desconforto físico — permaneceu por vários dias, servindo como reflexão e alerta.
Que ser desejo herdar no futuro?
Tenho aprendido que, se não desejo herdar adversidades — sejam físicas, emocionais ou morais —, devo redobrar minha atenção aos pensamentos predominantes nos ambientes em que me encontro. E mais: é essencial formar um pensamento firme, com autoridade sobre os demais, capaz de me conduzir, em qualquer circunstância, de volta ao eixo e à lembrança de não contrariar nenhuma das Leis Criadas por Deus.