Como lidar com os erros dos filhos sem recorrer à punição, mas sim promovendo a responsabilidade e a autoconsciência?
De que forma a nossa própria relação com o erro e o perdão influencia a maneira como educamos? É possível transformar um deslize infantil em uma oportunidade de aprendizado profundo sobre redenção e o poder de se refazer?
Neste episódio do videocast “Entre Mundos”, o advogado Eduardo Brandeburgo compartilha uma experiência marcante com uma de suas filhas. A partir de uma situação cotidiana – a filha pegando doces escondida e mentindo sobre o fato – Eduardo narra seu processo interno. Ele explora a sua reação inicial de querer punir e como os estudos logosóficos sobre redenção e perdão o levaram a uma abordagem diferente, focada em permitir que a criança desenvolvesse seu próprio senso de responsabilidade e a capacidade de se redimir, sem tirar dela a oportunidade de enfrentar a situação. Eduardo aborda como a compreensão de que cada um é seu próprio redentor e que o erro pode ser o princípio de um acerto transformou sua maneira de educar e de se relacionar com suas próprias faltas.
Esse conteúdo é baseado em conceitos logosóficos e alguns termos podem ser tratados com sentidos diferentes dos usuais.
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Como lidar com os erros dos filhos sem recorrer à punição, mas sim promovendo a responsabilidade e a autoconsciência?
De que forma a nossa própria relação com o erro e o perdão influencia a maneira como educamos? É possível transformar um deslize infantil em uma oportunidade de aprendizado profundo sobre redenção e o poder de se refazer?
Neste episódio do videocast “Entre Mundos”, o advogado Eduardo Brandeburgo compartilha uma experiência marcante com uma de suas filhas. A partir de uma situação cotidiana – a filha pegando doces escondida e mentindo sobre o fato – Eduardo narra seu processo interno. Ele explora a sua reação inicial de querer punir e como os estudos logosóficos sobre redenção e perdão o levaram a uma abordagem diferente, focada em permitir que a criança desenvolvesse seu próprio senso de responsabilidade e a capacidade de se redimir, sem tirar dela a oportunidade de enfrentar a situação. Eduardo aborda como a compreensão de que cada um é seu próprio redentor e que o erro pode ser o princípio de um acerto transformou sua maneira de educar e de se relacionar com suas próprias faltas.
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