Na física, a cada ação corresponde uma reação igual e em sentido contrário. É a lei se manifestando. E na mente humana?
Para o bem ou para o mal, a cada feito, ação ou movimento, consciente ou não, corresponderá uma manifestação, normalmente observada ou entendida por diversas faculdades da inteligência, ou sentida, captada ou percebida pela sensibilidade. Assim como nas leis físicas, aqui também se evidencia a inexorabilidade das leis.
“Quem planta vento colherá tempestade”, nos lembra a sabedoria popular.
E quem pratica o bem consciente? Quem pratica o bem pelo bem mesmo, colherá o quê? A Lei de Correspondência atua quase sempre a favor daquele que se esforça para cumprir os ditames reservados a todos os humanos.
E quanto maior o conhecimento que se possui, maior é a responsabilidade individual e coletiva de compartilhar e orientar.
“Dar é ensinar”, proclama González Pecotche. Cumpre àquele quem sabe ensinar o verdadeiro caminho das pedras – um caminho que, pelo conhecimento logosófico, inicia-se aprendendo a pensar. A caridade genuína, de acordo com o Saber Logosófico, consiste em ensinar a pensar, pois estimular o pensamento aproxima os seres da felicidade.
Ensina-nos também o Mestre González Pecotche que o conhecimento e a felicidade ou se compartilham ou se perdem. Quando compartilhados, não se esvaem; ao contrário, as leis multiplicam o bem, distribuindo-o com equidade segundo o justo merecimento de cada um. Nesse processo, manifesta-se de forma clara a Lei de Correspondência.
Assim é o mecanismo de atuação das leis universais: justas, inexoráveis, precisas, atemporais e totalmente independentes da vontade humana. Simplesmente atuam. Representam a vontade do Criador no equilíbrio de tudo. A Logosofia esclarece ainda mais sobre essa vontade do Criador, expressa nas Suas leis.
