Entenda a liberdade de pensar sob um olhar logosófico de Carlos Bernardo González Pecotche. Confira a Coletânea da Revista Logosofia.
Por que estamos sempre repetindo comportamentos que consideramos inadequados? O que se passa dentro de mim? Posso ser influenciada pelas ideias dos outros? A busca por entender melhor essas questões e aprender a governar a própria vida inspira um modo de vida mais consciente e feliz.
Todos nós estamos sujeitos a viver momentos difíceis no transcorrer de nossos dias, porém, uma alternativa que não se considera é que os conhecimentos podem mudar o resultado desses infortúnios, transformando-os em gratas recordações. José Octávio apresenta uma dessas alternativas experimentadas por ele, quando sua atuação consciente, na observação e domínio dos pensamentos, propiciou que a amargura se tornasse felicidade na mais verdadeira alquimia.
Do oriente ao ocidente, desde tempos imemoriais, se tem combatido a corrupção sem quaisquer resultados práticos. Mas isso só será possível quando governantes e governados compreenderem que a corrupção é apenas o efeito, não a causa. Qual é, então, a causa?
Todos nós queremos um mundo livre, onde os direitos e deveres da democracia sejam respeitados. Mas será que eu tenho preservado essa mesma liberdade em meu mundo interior?
Viajar o tempo todo e não me preocupar com dinheiro, isso é que é liberdade, certo? Mas o que me impede de ser livre aqui onde estou?
Entre os diversos conceitos trabalhados pela Logosofia, está o da liberdade e do livre-arbítrio. A aplicação do método logosófico na própria vida contribui para que cada indivíduo as alcance com consciência do que significam.
Será que eu sou livre? Assim eu me considerava, até que descobri que a minha dificuldade em fazer o que eu queria era fruto de uma escravidão.
O que a movimentação das plantas em direção à luz tem a nos ensinar? A partir dessa obervação, Mateus compartilha suas experiências. Confira!
Como não se deixar levar pelos pensamentos de terceiros e cultivar os pensamentos de maior hierarquia na vida? Acesse e saiba mais!
De quem depende a própria independência e liberdade? Augusto Salles relata o que tem aprendido com a Logosofia sobre como conquistar por si mesmo essas prerrogativas.
Em todas as épocas que a humanidade atravessou, nada deu maior categoria e prestígio aos povos civilizados do que o desenvolvimento de sua capacidade de estudo; capacidade que foi tanto mais ampla quanto mais oportunidades eram oferecidas à inteligência para sua livre manifestação.
Patrícia Finelli descreve a experiência de se sentir pressionada a tomar uma decisão especialmente difícil para as mulheres quando os cabelos brancos começam a tomar conta: pintar ou deixar de pintar? A autora revela uma chave para solucionar esta e outras questões do dia a dia.
Judith Fogel relata como tem mantido sua liberdade interna frente ao período de isolamento social da pandemia de COVID-19.
Enquanto o conhecimento confere uma maior liberdade a quem sabe usar dela com prudência e inteligência, a ignorância a reduz, como também a reduzem os erros e as faltas cometidas.
Um homem pode ser privado de sua liberdade, não lhe sendo permitido mover-se à vontade; porém, o livre-arbítrio continuará atuando internamente, já que ninguém poderá impedir a atividade dos pensamentos dentro de sua mente.
A liberdade, que é o fruto de uma conquista que o homem fez ao cultivar sua inteligência, elevar sua moral e estender a cultura por todos os pontos da Terra, contribui para manter o equilíbrio entre seus deveres e seus direitos.
Privar o homem de expressar seu pensamento livremente é submergi-lo nas masmorras da ignorância e precipitá-lo em impiedoso desterro de suas convicções, sentimentos e aspirações.
Já deixou de fazer algo que queria pela vontade de um pensamento tirano? No artigo, Gregory Lisboa conta que recursos usou para fazer reinar sua vontade nesse mundo que existe dentro de cada um de nós, experimentando a verdadeira liberdade.
O estudante Victor Fidelis apresenta reflexões derivadas de sua adolescência, época em se rebelava e revoltava por não ter o direito de exercer sua própria "liberdade". Porém, descobriu que o fato que o impedia de fazer o que queria e as reflexões de adolescência se tornaram inquietudes sobre a verdadeira liberdade e o governo da própria vida que o jovem deve buscar.
Lara Abdo faz reflexões sobre como ser livre sem ter que ser desobediente.
Neste ensaio, Isabela Ferreira pergunta e faz reflexões sobre à educação fornecida no ensino curricular comum: estaria essa educação pautada em conceitos que fortalecem a mente da criança e do jovem?
Ser livre é bem mais gostoso do que viver de acordo com os padrões que a mídia oferece. É poder escolher com base no que se é e no que se sonha. Dessa forma tem-se a possibilidade de aproveitar muito mais as oportunidades que a vida nos oferece, tornando cada momento da vida muito mais proveitoso do que nas propagandas, que são perfeitas porque só duram um minuto.
Como superar o temor quando se é criado em um ambiente cheio dele? José Moreira relata um pouco de como o estudo logosófico lhe propiciou trocar o temor que lhe oprimia, lhe fazia inseguro e medroso, pelo valor que o libertou e transformou sua vida, com valentia, confiança em si mesmo e em Deus.
O texto aborda situações em que os protagonistas vivem a discrepância entre o usufruto defendido do direito e a prática nem sempre aceita do dever.
Durante muito tempo ouvi a seguinte frase: “No final, tudo vai ficar bem. Se não está bem é porque ainda não chegou no final. ” E eu me perguntava: - Então quer dizer que não preciso fazer muita coisa, é só esperar o tempo passar e tudo vai ficar bem?
O que posso aprender ao observar meus pensamentos enquanto pratico corrida? O que meus pensamentos contam sobre minha realidade interna? Uma jovem de férias da faculdade que queria viver com alegria as férias de verão sem que os pensamentos tomassem conta de sua vida psicológica e a impedisse de experimentar os momentos de lazer conscientemente.
Alguém já te disse "seja você mesmo"? Mas como exatamente fazer isso? Neste texto, Renata Medeiros explora um pouco do que descobriu frente a esse pensamento comum aos dias atuais.
Avistada uma piscina natural no mar, surge a vontade saltar do alto das pedras. Mas seria essa minha verdadeira vontade? Estaria livre para decidir?
Trocando os pensamentos renova-se a vida? Partindo do princípio de que pensamentos são entidades autônomas que habitam nossa mente e que a causa de tudo tem origem na mesma, cabe a reflexão.
Sou realmente livre? É possível estar preso mesmo podendo fazer o que quiser? Fernanda Rezende apresenta suas perguntas e reflexões sobre o a liberdade e qual seria a verdadeira forma de conquistá-la.
Por que todos buscamos a felicidade? Que mistérios envolvem esse anelo comum a todos os seres humanos? Saiba como utilizar a felicidade como um guia para a vida.
Você se sente livre? Igor Rocha conta de quando não se sentiu livre ao apresentar uma palestra e a análise de um pensamento que lhe tirava a liberdade.
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