O Espírito

O Espírito

A grandeza e a profundidade do pensamento logosófico têm inquietado não poucas vezes a opinião pública, desejosa de conhecer as fontes em que González Pecotche plasmou sua sabedoria. Este livro assinala o momento oportuno de revelar o segredo, já que seu conteúdo mesmo ajudará a compreendê-lo. (…) Tal como declara num dos últimos capítulos deste livro, ao estabelecer-se nele a conexão direta com seu espírito, serviu-se tão só do haver que este havia acumulado e de sua constante assistência. Eis, pois, sua fonte e a origem de sua sabedoria, que por sua expressa vontade se acha à disposição daqueles que desejam nutrir-se com os valores nela contidos.

“A Logosofia reiteradamente tem expressado que não há outro intermediário entre Deus e o homem que seu próprio espírito, com quem deve vincular-se e a quem deve oferecer a direção de sua vida. Alcança-se essa finalidade enriquecendo a consciência por meio do conhecimento transcendente, pois só assim pode o homem compreender qual é sua missão e como está constituído seu ser imaterial, seu próprio espírito, agente que responde ao influxo da eterna Consciência Universal e leva consigo, ao longo dos tempos, o signo cósmico da existência individual.”



O Espírito

A grandeza e a profundidade do pensamento logosófico têm inquietado não poucas vezes a opinião pública, desejosa de conhecer as fontes em que González Pecotche plasmou sua sabedoria. Este livro assinala o momento oportuno de revelar o segredo, já que seu conteúdo mesmo ajudará a compreendê-lo. (…) Tal como declara num dos últimos capítulos deste livro, ao estabelecer-se nele a conexão direta com seu espírito, serviu-se tão só do haver que este havia acumulado e de sua constante assistência. Eis, pois, sua fonte e a origem de sua sabedoria, que por sua expressa vontade se acha à disposição daqueles que desejam nutrir-se com os valores nela contidos.

“A Logosofia reiteradamente tem expressado que não há outro intermediário entre Deus e o homem que seu próprio espírito, com quem deve vincular-se e a quem deve oferecer a direção de sua vida. Alcança-se essa finalidade enriquecendo a consciência por meio do conhecimento transcendente, pois só assim pode o homem compreender qual é sua missão e como está constituído seu ser imaterial, seu próprio espírito, agente que responde ao influxo da eterna Consciência Universal e leva consigo, ao longo dos tempos, o signo cósmico da existência individual.”




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