Evoluir rumo à perfeição, uma das grandes finalidades da existência

Há uns 6 anos, comecei a pensar muito sobre a minha vida. Com frequência, me perguntava: “qual é o meu objetivo de vida?”
Vivia em palestras e conversava sobre isso com muitos amigos, mas sentia que as respostas não me satisfaziam. Será que, quando encontrasse esse meu objetivo, eu saberia que o teria encontrado? Tinha medo de, daqui a 20, 30 ou 50 anos, ter passado um bom tempo da minha vida sem encontrar essas respostas.

É como se não soubéssemos o objetivo de um grande jogo. Em um videogame, por exemplo, podemos nos encantar buscando e colecionando pedrinhas preciosas, mas e se, lá na frente, descobríssemos que o objetivo na realidade era subir no castelo e derrubar o dragão? Colecionar as pedrinhas, até que poderia ter sido divertido, mas teríamos perdido uma grande oportunidade de triunfar no jogo! E quanto à vida, como descobrir seu objetivo?

Movido por esta pergunta, iniciei os meus estudos de Logosofia, por convite de um amigo. Logo descobri que muitos outros estudantes também deram esse passo impulsionados pela mesma busca. E, o melhor, aos poucos, com os estudos que fazíamos, cada um ia conseguindo encontrar dentro de si essas respostas! Para minha grata surpresa, parte dessa resposta é possível descobrir olhando para algo que o ser humano, a natureza e o universo têm em comum: todos estão em evolução.

Mas… como evoluir? Indo além, como podemos evoluir conscientemente? É com esta pergunta que abro, meu caro leitor, o ciclo de conteúdos deste mês: “Evoluir rumo à perfeição: uma das grandes finalidades da existência”. Ao longo das próximas semanas, enviaremos relatos com as experiências que os estudantes de Logosofia estão tendo no caminho dessa grande missão. Os conteúdos serão divididos nos temas:

  • Crescer não é opção, evoluir sim!
  • Qual é a finalidade da minha vida?
  • O trabalho e o cultivo dos valores
  • As possibilidades da mente humana

Gostou do conteúdo? Tem algum amigo que tem afinidade com essas perguntas? Encaminhe para ele! Eu ficaria muito feliz se tivesse recebido esta mensagem 6 anos atrás. Quem sabe seus amigos também não ficarão?

Afetuosamente,

Vinícius Chacon

Estudante e docente da Fundação Logosófica