Jarbas Mattos, do Rio de Janeiro, nos conta um relato de quando visitou um amigo no hospital: homem letrado, dinâmico e cheio de vida. Com o acidente cerebral, lá estava inerte, com um olhar perdido, sussurrando palavras confusas. Alguém exclamou: como pode um homem tão brilhante terminar assim! Não terminou. Uma vida de plena evolução não termina junto com o cérebro que se apaga e um corpo que definha. Por quê?