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Aproveite para tomar contato com os artigos de Carlos Bernardo González Pecotche, criador da Logosofia.

Os demais artigos foram extraídos de trabalhos realizados por logósofos, com resultados alcançados na prática dos conhecimentos oferecidos por essa ciência.

Os artigos poderão ser reproduzidos livremente desde que sejam mencionados o nome da Fundação Logosófica, o site www.logosofia.org.br e o nome de seus autores.

O domínio dos pensamentos e o triunfo na vida

A Logosofia afirma, e já demonstrou em múltiplas experiências realizadas, que são os pensamentos os que governam a vida do homem e que, devido à ignorância humana acerca da influência que estes exercem sobre a vontade, o homem se encontra à mercê ou ao capricho de agentes estranhos a sua consciência e, por conseguinte, alheios a seu conhecimento.

 

Por que são poucos os que triunfam e muitos os que fracassam no campo de batalha que o mundo apresenta ao ser, desde que começa a dar seus primeiros passos, valendo-se somente de suas forças e recursos?

 

A resposta não pode ser mais eloquentemente satisfatória, se for levado em conta o que acabo de expressar sobre os pensamentos. Poucos são os que triunfam, porque poucos têm a inteligência suficientemente lúcida para transpor com felicidade os obstáculos que as situações, nem sempre favoráveis, fazem surgir no decorrer da execução dos projetos que o ser se propôs a realizar; obstáculos que existem até para os que vivem folgadamente e que devem ser superados com paciência e, sobretudo, com muito acerto.

 

 

Pois bem; todos podem triunfar e até contribuir para o êxito dos demais se, com tempo, preparam suas faculdades mentais desenvolvendo-as, a fim de fazer uma reserva prévia de conhecimentos que os habilite a exercer as funções que haverão de desempenhar como parte inevitável de suas atuações futuras.

 

O homem, para chegar a ser verdadeiramente dono de si mesmo, 

deve ter pleno domínio sobre seus pensamentos

 

A eficácia dos métodos logosóficos, comprovada por muitos dos que os empregaram com total êxito, poupa, àquele que se propõe praticá-los, muitas vicissitudes que se traduzem em dolorosas contrariedades, pois lhe evitam inúmeros tropeços que, sem o auxílio da Logosofia, haveria de dar. Neste caso, o saber supre a experiência e ilumina os passos, indicando o reduto seguro por onde se poderá passar, evitando os transes difíceis que, com tanta frequência, espantam a imaginação dos desprevenidos, os quais, inconscientemente ou temerariamente, confiam transpô-los com seus próprios meios, sempre deficientes, e sem ter a menor ideia das consequências provenientes de tal atitude.

 

 

O homem, para chegar a ser verdadeiramente dono de si mesmo, deve ter pleno domínio sobre seus pensamentos; então, também o terá sobre sua vontade. Isso explica por que muitos podem perseverar em seus afãs sem violentar a firmeza de suas decisões, o que não acontece nos casos em que pensamentos de tendência apressada frustram os projetos do ser com a impaciência que caracteriza a quem não sabe medir o tempo, nem conhece em que grau ele é indispensável para a realização de cada coisa.


 

Texto extraído do livro Introdução ao Conhecimento Logosófico, pág. 37-39
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